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O mundo da Confeitaria e suas origens!

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Muito provavelmente já deve ter passado em sua cabeça alguma vez na vida algo do tipo “Como que será que surgiram os doces? ” ou ainda “Quem será que inventou os bolos? ”.

Hoje vamos te contar um pouco do mundo da Confeitaria tem e como se deu a sua história.

Primeiro, você precisa entender o que é de fato, esse tipo de Gastronomia.

Vamos lá?

Confeitaria: Essa expressão é tradicionalmente utilizada para relatar o tipo de gastronomia que se baseia na preparação e decoração dos mais variados tipos de pratos doces, como tortas, pudins, bolos, entre outros. Você também pode conhecer a “Confeitaria” por “Doceria”. Dentro desse setor existem muitas áreas específicas de acordo com o tipo de preparo do prato.

Mas, você sabe o que é Gastronomia?

É uma subdivisão dentro da culinária onde abrange as mais variadas técnicas, práticas e os conhecimentos necessários que ajudam a constituir uma alimentação com qualidade.

Os pratos que temos hoje em dia muitas das vezes são versões evoluídas de pratos antigos e muito comuns em diversas regiões do planeta.

Agora que já te contamos um pouco do que é Confeitaria e Gastronomia, vamos conhecer sua história?

Os doces em sua maior parte apareceram na história associados à grandes comemorações, belas histórias de amor, vitórias expressivas e mais acontecimentos como esses. Ainda assim não é possível comparar todas as receitas que surgiram anteriormente aos anos de 1200-1300 D.C. aos doces que temos hoje em dia (pois a culinária em si evoluiu demais, seja em termos de conhecimento ou de equipamentos).

Agora, os primeiros registros dos doces são datados oficialmente no século I A.C.: o romano e grande filósofo Cícero descreveu ter comido na região de Sícilia (Itália) um “tubus farinarius, dulcíssimo, edulio ex lacte factus”. Traduzindo, ele comeu um tubinho feito com massa de farinha, recheio de doce e leite. Aí se bateu na memória o cannolo siciliano, é exatamente ao que esse doce que o filósofo Cícero remete.

 

Então, você deve pensar: “Ah, mas lá devia ter bastante açúcar para fazer os doces. Tinham comemorações e etc., então deviam guardar quilos e quilos de açúcar”. ERRADO.

Até então não tinha esse ingrediente na Europa (!). O que era usado para conseguir a doçura necessária para a preparação dos pratos vinha das frutas ou do mel. Foi então no ano de 900 D.C. que os europeus finalmente tiveram ligação com essa especiaria (até então era importado como tal no mundo Árabe) e o preço era BEM alto para a grande parte da população.

Sabe quando que a sobremesa foi inserida no cardápio? 1.200 D.C.!

Ela começou a ser servida ANTES da refeição principal, devido aos costumes da época de que “abria o estômago” (apetite) e a alma dos convidados. Hoje em dia nota-se que o costume mudou.

Eis que, no decorrer da história, as coisas mudam de figura e a confeitaria consegue um GRANDE AVANÇO: devido à expansão marítima e várias expedições para o Oriente (quem lembra das aulas de História na escola vai se familiarizar com isso), as cortes começaram a receber aquilo que seriam ingredientes FUNDAMENTAIS para a preparação de vários pratos: açúcar extraído da cana, cacau, canela, arroz, noz-moscada, cravo-da-índia.

Quando então houve o descobrimento da América, o açúcar tornou-se uma iguaria com preço mais acessível e a prática da Confeitaria DESLANCHA. Nessa mesma época, surge aquilo que seria o pai do tão famoso pã-de-ló: Bolo Genovês, feito pelo confeiteiro italiano Giobatta Cabona.

Foi através desse confeiteiro que houve então o início do que hoje fazemos, no que se refere à bolos fofos, leves e areados, totalmente diferente do que era feito na época e que poderiam ser facilmente classificados de “pães doces”.

No ano de 1747 foi descoberto que uma raiz poderia fornecer o mesmo teor de açúcar que a cana de açúcar: estamos falando da BETERRABA.

A partir daí foram feitas várias intervenções para que, em 1801, fosse construída a primeira usina de extração de açúcar de beterraba no mundo. Em decorrência de toda essa movimentação, na Itália apareceu o sorvete de massa. Incrível, não?

Com o caminhar do desenvolvimento e com a adição do açúcar da beterraba, a partir do século XIX surgiu o que foi chamado de “cultura da fornalha” em toda a Europa: a qualidade e o sabor das receitas desenvolvidas atuavam em conjunto com a aparência artística. Então, descobriu-se as massas de “biscuit”, folhados, “petit fours”, massas amanteigadas, massas de amêndoas e muitas outras coisas. Tudo isso era servido acompanhando a novidade do momento na Europa: café (o nosso amado café!!), chá e chocolate quente (olha só, hein!).

Desde então se instaurou aquilo que hoje chamamos de “momento do cafezinho”.

Ocorreu uma melhora no poder aquisitivo e uma recuperação na qualidade de vida em meados dos anos 50, e então surgiram vários estabelecimentos comerciais estimulados pela procura de produtos cada vez mais finos e elaborados.

De lá para cá, tivemos mais comércios voltados para a área de culinária. Basta andar um pouco por aí que você consegue notar quantas lojas especializadas em doces estão funcionando.

 

Gostou de como a Confeitaria evoluiu e se instaurou na vida das pessoas?

Ficou com vontade de comer um bolo delicioso?

Passa na Qualy Bolos e veja o que produzimos com muito carinho e requinte para vocês!

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Qualy Bolos – Confeitaria e Café.